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Apoio a Lava-Jato e ao Juiz Sérgio Moro

A Campanha Contra a Violência, na pessoa de seu idealizador, Joaquim Cândido da Silva, apoia a manifestação (pacífica) em defesa da Lava-Jato e de sua Excelência o Meritíssimo Juiz Federal, Doutor Sérgio Moro, neste ato, representando a Justiça Federal do Brasil. Defendê-los, é proteger o País e os brasileiros. O trabalho que vêem realizando é sério, muito bom e necessário para alcançarmos a Nação ordeira, justa e solidária que, tanto, almejamos.

Estende seu respeito e apoio ao Ministério Público Federal, neste ato, representado pelo Doutor Rodrigo Janot, à Polícia Federal e Receita Federal do Brasil pelos relevantes serviços que vêem prestando a Nação objetivando extirpar, de vez, a corrupção que corrói o País.

Por questão de coerência, desaprova a manobra obscura da Câmara dos Deputados para aprovar, em horário inapropriado, na madrugada, enquanto os brasileiros dormiam, desfiguraram o texto apresentado por iniciativa popular. O Poder Legislativo (Deputados Federais) perdeu a oportunidade de acolher uma boa contribuição do Ministério Público para tirar o Brasil e seu povo das terríveis dificuldades porque passam no momento, com tendência a se agravar.

Aprovaram só duas, em dez, vinte por cento das proposta, ou seja, oitenta por cento do proposto foi rejeitado. Por conseguinte, penso, que oitenta por cento da população não se sentiu representada pelos parlamentares.

Você se sente representado pelos Deputados?
E pelos Senadores?
Eles merecem a sua confiança?
Que tal retirar seu voto, do parlamentar que o traiu? Pense nisto.

Combater o CAIXA DOIS é tão urgente e necessário quanto amputar um membro em putrefação. Quando o eleitor, de forma livre conforme preceitua a legislação aplicável, escolhe o candidato e o contempla com seu precioso voto, exerce a cidadania e confia ao postulante, enquanto cidadão de bem, poder para representa-lo. No exercício do mandato, havendo desvio de conduta do eleito, em qualquer circunstância, quebra-se o elo de confiança e motiva o eleitor retirar o voto a ele confiado. A Campanha Contra a Violência sugere a quem de direito, elaborar projeto de lei e submetê-lo a apreciação do Poder Legislativo Brasileiro (Congresso Nacional) objetivando autorizar: O Tribunal Superior Eleitoral – TSE, com exclusividade e preservando o sigilo, identificar em quem o eleitor depositou seu precioso voto (coligação, partido, candidato e cargo); Da mesma forma que o voto é computado, em favor do candidato por ocasião da apuração da eleição, poderá também ser computado em desfavor do mesmo, quando trai seu eleitor; Ao retirar o voto, atendendo solicitação do eleitor, via internet, o Tribunal Superior Eleitoral, o debitará ao eleito traidor, que não honrou o voto recebido, usou caixa dois ou doação não contabilizada, praticou corrupção e/ou agiu sem ética, faltou com o decoro, outros; Dar-se-á vago o cargo, quando o eleito atingir número inferior de votos que os recebidos por suplente. Por conseguinte, este será convocado e assumirá o cargo; Quanto ao aspecto técnico acredita que a proposta seja viável. Para coloca-la em prática necessita de empenho dos bons políticos para criar amparo legal; No início, possivelmente, ocorrerá resistência. Colocando a lei em prática, com o passar dos tempos o ocupante de cargo eletivo, terá mais zelo e respeito pela coisa pública, o Brasil e os brasileiros ganharão com a medida. A campanha sabe que não é fácil conseguir esta façanha. Mas acredita que a distância do “impossível ao possível é do tamanho da determinação das pessoas” e o País manchado por corrupção se transformará no Brasil de todos. “Vamos passar o Brasil a limpo e transformá-lo na Bandeira da Paz”. Exerça a cidadania. Junte-se a nós. Abrace esta causa.

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