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Por que sou a favor da vida e da paz?

Inicio falando sobre o aborto. A Campanha Contra a Violência, na pessoa de seu idealizador Joaquim Cândido da Silva, tem posição firme em favor da vida desde sua concepção. Acredita ser um erro irreparável dos pais que permitem o aborto e de quem o executa, conforme discorre abaixo:

1. Considerando que a vida é um dom de Deus e a Ele pertence;

2. Considerando que pela Lei de Deus todos têm direita a vida em dignidade e abundância;

3. Considerando que a população condena abuso de poder, corrupção, crime hediondo, massacre, linchamento e qualquer espécie de crime, notadamente, quando praticado contra pessoas indefesas;

4. Considerando que a população não comunga com a violência em suas espécies e se sente agredida quando um marginal assalta o cidadão (ã), por si só, caracteriza crime, tomando de forma violenta seus pertences sem preocupar com a vítima e as consequências que advirão;

5. Considerando que a população se sente revoltada quando o criminoso mata o cidadão (ã) para queima de arquivo, seja para encobrir erro ou condena inocente à pena de morte e o executa de forma impiedosa;

6. Considerando que a população se sente consternada quando ocorre estupro praticado contra criança ou adulto, seguido ou não de morte. Nem bandidos reclusos ou não, aceitam este tipo de barbárie;

7. Considerando tudo mais que se possa considerar sobre crimes hediondos e barbáries e, que a população tem sede de justiça e paz.

A Campanha, na pessoa de seu idealizador, manifesta sua posição em relação ao aborto. Em seu entendimento, é a forma mais cruel de violência praticada contra pessoa, então vejamos: Imagine um criminoso condenado a morte, amarrado na cadeira elétrica a espera da execução ou a caminho da forca frente o, carrasco, inimigo que destruirá sua vida. Se estivesse ao seu alcance, a mãe do condenado, possivelmente, seria a alma salvadora a conceder lhe nova oportunidade de continuar vivendo. Independente do crime praticado ou do erro cometido. Objetivando salva-lo da morte, possivelmente, aos gritos, alegaria: “criminoso, sim! Mas nem por isto é menos filho”. Por conseguinte, em nome dele, peço clemência. “Deixa meu filho viver, e o salvaria”.

Se o idealizador da campanha fosse um médico e uma grávida o procurasse querendo praticar aborto, depois de esgotadas sem sucesso, todas as tentativas de convencimentos, lhe perguntaria: Quantos filhos a senhora tem? Algum é maior de idade? Tendo, diria, faço lhe uma proposta, traga seu filho maior, eu vou matá-lo no lugar da criança que se encontra em seu ventre, aceita? Porque digo isto? Ele pode correr, gritar, denunciar-me, se auto defender e até mesmo matar-me em legítima defesa. Este feto, indefeso, que não cometeu nenhum crime na lei dos homens nem pecado contra Deus, nada pode fazer, senão contar com seu amor, carinho, amizade, compreensão e proteção. Este amor e cuidado são virtudes próprias de mãe. Contudo, está condenado a morrer, por método cruel quanto cortado aos pedaços, ainda vivo, por solicitação da mãe. Isto justo? Será para ele (o feto) se escapar, uma grande decepção, quando nascer, crescer e tomar conhecimento que sua mãe, seu pai ou os dois queriam matá-lo, talvez, para ocultar um crime ou erro menor. Possivelmente dirá, sou uma pessoa indesejada. Meus pais queriam matar-me quando era indefeso, antes mesmo do meu nascimento. Pergunto:

  1. O que posso esperar deste mundo?
  2. No segundo domingo de maio, o que se comemora, é o dia das mães?
  3. E no segundo domingo de agosto, é o dia dos pais?
  4. Ou de assassinos dos próprios filhos?

Ficam as indagações.

Não se espera dos pais matarem ou permitir que se matem o próprio filho, seja por sucção onde a criança é cortada viva e retirada aos pedaços do útero materno ou de outra forma, menos ou tão cruel quanto esta, em nome de uma suposta liberdade individual.

Se perguntassem ao Criador, por que existem doenças incuráveis? Talvez Ele dissesse, porque os cientistas que descobririam a cura desses males, não permitiram que nascessem vivos.

Deus concedeu e respeita a liberdade dada a seus filhos. Pai Eterno, ajude-nos fazer bom uso dela.

A Campanha Contra a Violência é contra o aborto e a favor da vida e da paz, porque o dia que a lei autorizar o pai ou a mãe matar seu próprio filho, acredita que o ser humano se sentirá autorizado matar seu semelhante.

Atitude: “Para a Luz de Deus brilhar, transforme-se em lâmpada”.

Montes Claros – MG, 06 de maio de 2005.

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