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Somos induzidos a promover a violência?

Toda vez que através de palavras, gestos, atos e atitudes se contribui para que o mal sufoque o bem, de alguma forma se pratica a violência.

Em diversos seguimentos da sociedade, direta ou indiretamente, somos estimulados a falar o que as pessoas desejam ouvir, sem, no entanto, preocuparmos com a veracidade dos fatos, então vejamos: em casa, os pais falam o que é necessário a bem dos filhos e, às vezes, são incompreendidos e taxados de arcaicos sob a alegação de que as coisas não são bem assim, até porque, os jornais e revistas que leem o rádio e televisão que ouvem e veem, respectivamente, apresentam outras orientações, pregam o liberalismo, o modismo, a desvalorização da família, o tudo permitido para que se consiga tudo, estimulando e promovendo a destruição do bem, conhecida como inversão de valores.

“Só a sabedoria divina pode auxiliar os pais no sentido de fazer o bem prevalecer”.

A mídia, quase sempre, os leva à fuga da realidade para um mundo de ilusões, de forma tendenciosa e contribuindo para o desvio de conduta da juventude.

Na escola o aluno não precisa estudar, frequentar aulas nem fazer trabalho, pois tem certeza que será promovido de qualquer forma. “Saiba que o sucesso depende do conhecimento adquirido na escola”.

Para alguns alunos, o professor não passa de alguém que, simplesmente, incomoda. É um chato e sem poder de ação. Se chama atenção, não é ouvido. Se der conselho é criticado. Se exigente é afastado da escola. Se cumprir com seu dever é Caxias. Se deixar correr frouxo é mal profissional. Se repreender, as vezes, não tem apoio dos pais. Se coibir é ameaçado. Frente ao exposto, o que se pode esperar da nova geração?

Senhores pais, valorizem e respeitem os professores. Estes profissionais trazem consigo a sublime missão de ensinar e assumem ou dividem com os senhores a responsabilidade na formação ética, moral, cristã e profissional de seus filhos. Existem professores que têm para com seus alunos, dedicação e amor de pais.

Para a sociedade, cada um por si e Deus por todos. Se não houver vaga na escola, no hospital nem postos de trabalho, se existe mendigo, criança abandonada, traficante e falta segurança, o problema é do governo. Quando ocorre assalto, estupro, sequestro e morte, o problema é do cidadão.

Por ocasião de propaganda eleitoral o político, por si só, já sabe o que deve falar para agradar o eleitor e conquistar seu precioso voto. Promessas e mais promessas, elogios e mais elogios infundados, inverdades e demagogias são sempre bem vindos e contribuem para que ele, político, possa galgar seu objetivo. Os marqueteiros transformam o candidato em estátua, santo da devoção de todos e maior intercessor junto ao poder ilimitado, capaz de resolver tudo e os problemas de todos. Nossa!!!

Quem deveria oferecer segurança, orienta às pessoas de bem:
1 – não saia de casa após tais horas; 
2 – não use relógio, jóias e outros pertences valiosos que caracterizam sinais externos de riqueza;
3 – não deixe os vidros do carro abertos em sinais fechados. Você se torna presa fácil;
4 – em assalto, não reaja, sua vida é mais importante que bens materiais. Não obstante, estas verdades, que devam ser observadas, é importante que se diga, as orientações servem para coibir e limitar, ainda mais, o homem de bem, que anda de forma correta e cumpre com seu dever enquanto cidadão.

Nenhuma voz se levanta contra o desonesto, o bandido, o assaltante, o estuprador, o matador em série, o malfazejo. A eles deveriam vir as palavras de ordem: não saiam de casa, se vierem às ruas serão presos e pagarão as penas, nem mais nem menos, que a devida de forma exemplar conforme sentença judicial

É público e se faz notório que muitos profissionais não atendem em determinados locais temendo assalto, sequestro ou por estarem jurados de morte, penalizando, ainda mais, a população já sacrificada.

Existem, entre outros, os ditos populares:

“Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”. Induzindo a pessoa não reagir, mesmo porque, a causa está perdida. É melhor ser engolido descansado que cansado. Porquê não apresentar uma terceira opção? Enfrente a fera. Foi assim que Davi venceu Golias.

“Ensinar pescar é melhor que dar o peixe”. É verdade, contudo, mais importante que dar o peixe e ensinar pescar, é produzir peixes.

“Pau que nasce torto cresce torto e morre torto”. Acrescento, até a cinza é torta. No entanto, esta teoria não se aplica ao ser humano, ao contrário, seria a negação de tudo e a perda da esperança de transformação. É bíblico que Saulo, perseguidor dos cristãos, se transformou em Paulo, Apóstolo de Cristo. Agostinho, detentor de notório saber, negava Cristo através de seus atos e atitudes. A pedido de sua mãe Mônica, a Deus, durante trinta anos, se converteu. Hoje, o santo, é considerado o maior filósofo de todos os tempos depois de Cristo e Doutor da Igreja.

Tem pai, que sobre a alegação de que é melhor a filha transar em casa que na rua, com sua aquiescência, permite seu lar transformar-se em prostíbulo. Ao invés de permitir que a família se macule em função da desonra da filha, seria melhor uma terceira opção. Orientá-la a se preservar. Sexo é bom e necessário no momento certo e, que a hora não seja antecipada.

Observação: Reconhecemos que existem jornais e revistas que publicam boas matérias, rádios e televisões com programações de ótimas qualidades e pessoas na mídia que exerce seu trabalho com ética e profissionalismo.

O problema maior é que as pessoas de bem não se organizam e cansam rápidas, enquanto o malfazejo é organizado e persistente.

Não se deixe levar por jogo de palavras que promovam o mal e sufoquem o bem, nem se intimide por ameaças de quem quer que seja.

A paz e harmonia no mundo dependem da forma de pensar, ser e agir de cada um e de o cidadão testemunhar a bondade de Deus encarnada no ser humano.

Pense nisto!

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