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Universidade, poder pensante da nação.

A população brasileira e o Brasil passam, no momento, por inúmeros problemas de ordem moral e comportamental: éticos, políticos, econômicos, financeiros, culturais, de formação e informação, desemprego, fome, violência, corrupção e outros, mas nada que foge totalmente o controle das autoridades que empenham esforços no sentido de saná-los.

Quando uma montadora de automóveis se instala no país, antes de aplicar suas avançadas técnicas na fabricação de automóveis, investe pesado em pesquisa para saber que tipo de carro terá maior aceitação e, por conseguinte melhor vendagem, evitando que a mercadoria fique encalhada. Não basta produzir é sumamente importante à colocação do produto fabricado no mercado de consumo.

Quanto às universidades, raciocínio semelhante poderá ser aplicado. Não creio que seja eficaz pura e simplesmente, a formação de especialistas, de doutores e de técnicos qualificados. Necessário se faz, a ampliação do mercado consumidor que possa absorver a mão-de-obra por elas formada.

“Universidade, não pode ser transformada em fábrica de doutores fadados ao desemprego”.

Em sã consciência, é inadmissível, aceitar que tantos jovens bem formados sofram decepção e, por falta do que fazer pós-formatura, fruste suas esperanças de se realizarem profissional e financeiramente.

Universidade, como poder pensante da nação, já possui laboratórios nas diversas áreas da ciência e deve se transformar num grande laboratório de solução dos problemas do país e de seu povo. Creio que muitos problemas poderão ser resolvidos ou amenizados, se contarmos com a participação ativa e decisiva do meio acadêmico. O Governo, por si só, não consegue encontrar solução para tudo e para todos. É chegada a hora do mundo acadêmico prestar sua valiosa colaboração neste campo que exige conhecimento, raciocínio, dedicação, bom censo, equilíbrio e, sobretudo, sabedoria divina em busca de solução para as dificuldades porque passam a nação e os brasileiros.

Defendemos, por conseguinte, Universidade cidadã onde o conhecimento prevaleça sobre o objetivo de ganhar dinheiro, buscando o desenvolvimento via conhecimento e que ela possa “despertar no cidadão a consciência do exercício da cidadania”.

Assistimos em nossos tempos as mais diversas manifestações no sentido de ajudar o próximo necessitado, embora sejam atos louváveis de solidariedade e/ou filantropia são paliativos e, não obstante a importância e consistência, o Brasil necessita de projetos e programas sólidos, permanentes e sustentáveis.

O desejo da Campanha Contra a Violência é ver o empenho da comunidade acadêmica e demais escolas formadoras de mão-de-obra especializada com a participação das escolas de ensino médio e fundamental, entidades religiosas, assistenciais, poderes constituídos da nação, indústria, comércio, ONG’s e dos brasileiros, de forma harmoniosa, se interagindo em busca de solução para os problemas do Brasil.

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